Propagar boa vontade, trabalhar e zelar pela percepção positiva da marca e/ou produto, construir valores elevados, preservar a qualidade, lutar pela melhor relação custo-benefício e dar segurança a quem nos contrata e acessa. Assim alcançamos resultados que só fortalecem nossos relacionamentos.




Inovação, talento, qualidade criativa, evolução constante, honestidade, ética pessoal e profissional. O nosso grande valor é praticar tudo isso a cada dia, a cada trabalho, a cada novo contato.




Permanentemente objetivamos ser reconhecidos por clientes, fornecedores, veículos, colaboradores e todo nosso network como uma empresa de comunicação ética e profissional, que busca e cria soluções talentosas e eficazes baseadas na realidade quem nos contrata.



OgivaHistória

Poderíamos dizer que a Ogiva McMann&Tate Propaganda nasceu em 1991 e, depois, contar um monte de coisas que ficaram para trás. Mas, na verdade, o que interessa mesmo é o que está acontecendo agora, porque nossa história é feita a cada dia, a cada trabalho.

E dá para perceber que ela envolve sucesso, caso contrário não estaria caminhando para seu 16º ano. O que traduz esse sucesso é a filosofia de oferecer, desde o início, planejamento eficiente, qualidade criativa, versatilidade empresarial e, sobretudo, resultados positivos.

Assim, o histórico da agência se transformou em uma reputação que levou a Ogiva a conquistar o respeito dos seus clientes e do próprio mercado publicitário. E é dessa mesma forma que pretendemos conquistar o seu.


Lenda que contam por aí:

É comum ouvir falar de grandes agências multinacionais que incorporam empresas de propaganda brasileiras. No nosso caso foi o contrário. A Ogiva Propaganda Ilimitada, embora discreta, foi a responsável por uma das transações mais surpreendendes do mercado mundial de propaganda.

Correndo por fora, e superando tradicionais conglomerados do mercado publicitário, a Ogiva incorporou, em 1991, a tradicional agência americana McMann & Tate. Conhecida pelos trabalhos e trapalhadas de seu acionista majoritário, Larry Tate, e do seu diretor, James Stephens, casado com Samantha Stephens, a agência americana vinha tendo algumas dificuldades com a carteira de clientes por prometer resultados num passe de mágica.

Sem falar que a esposa de James, Samantha, vivia atrapalhando os negócios. Essa situação levou Larry a vender a empresa. Mesmo com Samantha torcendo o nariz, porque James ficaria desempregado, o negócio foi fechado em valores até hoje não revelados. Dizem que, depois disso, Larry Tate se aposentou e montou uma pousada na Amazônia para viver dos gringos que vêm pescar tucunaré.

James, com a indenização trabalhista, abriu uma empresa para animar festinhas infantis onde o grande sucesso são os números de magia de sua filha Tabatha. Já Samantha, em sociedade com sua mãe Endora, tem uma bem-sucedida assessoria especializada em efeitos especiais, que atende, entre outros, clientes como Steven Spielberg, George Lucas e Doug Chiang.